A tinha cruris é uma doença de pele causada por uma infeção fúngica da parte interna do fémur, do períneo e das nádegas. Os principais agentes patogénicos que causam a micose no nosso país são o Trichophyton rubrum e o Trichophyton rubrum plasterum do género Trichophyton, os epidermófitos floculentos do género Epidermophyton e algumas Candida albicans. O principal sintoma é uma comichão localizada pronunciada. A doença tem tendência a recidivar. É mais frequente nos homens do que nas mulheres. A doença tende a ocorrer no verão e é frequentemente agravada por climas húmidos ou quentes, remitindo ou desaparecendo no inverno. O diagnóstico da micose é, normalmente, facilmente confirmado pelos sinais clínicos e pela microscopia fúngica. Pontos-chave para o autodiagnóstico: Se encontrar eritema em forma de anel ou semi-anel, com bordos claros e descamação na parte interna das coxas e nádegas, etc., deve excluir a micose. É aconselhável consultar um médico num hospital próximo para confirmar o diagnóstico. A ter em conta: Evitar a utilização de cremes dermatológicos e hormonais que podem provocar a recorrência da doença.