O Dr. Billroth (1829-1894) previu que “se fosse possível produzir artificialmente tecidos tão densos e rígidos como os tendões, o problema da cura das hérnias estaria resolvido”. Foi este pensamento que inspirou o desenvolvimento de materiais sintéticos, muitos dos quais podem levar a complicações graves, como a rejeição e a infeção. Foi só nos anos 50 que se demonstrou que os pensos de polipropileno tinham poucas complicações graves e que o material satisfazia largamente os critérios estabelecidos por Billroth. 1984 assistiu à criação do novo conceito de “reparação de hérnias sem tensão” por médicos americanos como Lichtenstein e Amid. A utilização de uma reparação plana em vez de uma sutura de tecido reduz consideravelmente a dor e a taxa de recorrência. É reconhecido internacionalmente como o segundo marco na reparação de hérnias. O Dr. Amid, presidente do Departamento Americano de Cirurgia da Hérnia, que representa o mais alto nível de tratamento da cirurgia da hérnia atualmente, visitou duas vezes o Departamento de Cirurgia da Hérnia do Hospital Popular de Tianjin para ensinar esta tecnologia.