Diagnóstico e tratamento da subluxação da tuberosidade radial

  Um diagnóstico e tratamento correcto pode aliviar muitas dores e problemas para a criança e a sua família. Contudo, na prática, o diagnóstico errado e o subdiagnóstico são comuns, e a falta de compreensão por parte dos médicos da patogénese da subluxação radial é a principal razão para isto, levando ao aumento dos custos médicos e ao aumento da dor para a criança.  O que é a subluxação radial?  R: A pequena cabeça do raio é deslocada do ligamento anular por uma lesão por puxão na posição superior.  A apresentação clínica típica é a dor no cotovelo e a relutância em levantar o ombro e a articulação do cotovelo, o que é muitas vezes incorrectamente pensado como um “ombro deslocado”.  Geralmente não são necessárias radiografias, mas se a história estiver incorrecta, não se esqueça de o fazer antes de reposicionar! Verificar as radiografias frontal e lateral da articulação do cotovelo para excluir a “fractura Monsignor” comum em crianças para evitar perder o diagnóstico.  Tratamento: Após 48 horas, a fractura será reiniciada por si mesma ou reposicionada por manipulação.  Método: Rodar e flexionar a articulação do cotovelo pressionando o polegar contra o aspecto lateral da tuberosidade radial, rodando-a interna e externamente enquanto se flecte. Não é necessário imobilizar a perna após o reposicionamento, mas os pais devem ser avisados para não puxarem violentamente para evitar deslocamentos repetidos.  Prevenção: 1. informar os pais do local do deslocamento (a articulação do cotovelo, não a articulação do ombro!) 2. os pais devem evitar puxar o antebraço da criança para cima, em vez de puxar a parte superior do braço. Os cenários comuns da vida quotidiana são: quando a criança cai e quando veste fato-macaco.  Posição típica da tuberosidade radial, esta imagem mostra uma criança com uma tuberosidade radial no lado direito.