Hemorragia cerebral, que deve ser corretamente escrita como hemorragia cerebral. A hemorragia cerebral refere-se a um hematoma formado por uma hemorragia no parênquima cerebral. A maioria das pessoas afectadas tem entre 50 e 70 anos de idade, com mais homens do que mulheres. Os doentes podem sentir fortes dores de cabeça e vómitos, hemiparesia, perturbações sensoriais e, em casos graves, perda de consciência. As causas da hemorragia cerebral são complexas e, na maioria dos casos, estão relacionadas com a hipertensão arterial e a arteriosclerose cerebral. O traumatismo crânio-encefálico é também uma das formas mais prevalentes de hemorragia cerebral, que pode ser mais grave para os doentes. Após a ocorrência de uma hemorragia cerebral, é frequente o hematoma demorar algum tempo a desaparecer. Por isso, é fundamental tratar ativamente o hematoma e promover a sua absorção o mais rapidamente possível. Se a hemorragia for grave, pode ser necessário um tratamento cirúrgico, como a drenagem minimamente invasiva do hematoma ou, se necessário, uma craniotomia. Em casos mais críticos de hemorragia cerebral, que podem levar a um aumento da pressão intracraniana, o tratamento conservador é a primeira consideração. Se o tratamento conservador não for satisfatório, deve ser considerada prontamente uma neurocirurgia cirúrgica. A reabilitação é também crucial nas fases mais avançadas. A reabilitação deve ser efectuada quando os sinais vitais estão estáveis e o estado é estável.