A leucemia linfoblástica aguda é um tipo de leucemia aguda caracterizada principalmente pela predominância de linfócitos primitivos e ingénuos no sangue e medula óssea do paciente. Actualmente, a leucemia linfoblástica aguda é considerada como uma doença hematológica maligna em que a proliferação de linfócitos tumorigénicos é desregulada por apoptose na medula óssea, resultando numa proliferação maciça de linfócitos tumorigénicos.
Baseada em diferenças de idade, a leucemia linfoblástica aguda pode ser dividida em duas categorias: a leucemia linfoblástica aguda adulta, bem como a leucemia linfoblástica aguda pediátrica. De acordo com a origem dos linfócitos tumorigénicos, pode ser dividida em células B, células T, e tipos de células mistas. Com base nos tipos de cromossomas e genes, pode ser classificada como Cromossómica de Filadélfia positiva, Cromossómica de Filadélfia positiva, e Cromossómica Negativa de Filadélfia aguda linfoblástica. A causa da leucemia linfoblástica aguda é desconhecida, mas pensa-se que esteja relacionada com os seguintes factores: primeiro, mutações genéticas, que podem ocorrer nos genes do paciente e levar ao desenvolvimento de leucemia linfoblástica aguda.
>br />O diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda baseia-se em testes de sangue de rotina, citologia da medula óssea, biopsia da medula óssea, imuno-histoquímica, cromossómica e testes genéticos, e todos os testes de estratificação de risco de doença, tais como um teste exaustivo para genes de tipo Philadelphia cromosome-positivos, precisam de ser completados antes do tratamento.