As crianças com smog podem ser minimamente invasivas?

  A doença do fumador é uma doença cerebrovascular relativamente rara que foi identificada e nomeada pela primeira vez por especialistas médicos japoneses nas décadas de 1950 e 1960. O nome da doença é baseado principalmente na morfologia do angiograma cerebral do paciente. A doença é conhecida como doença de smouldering devido ao estreitamento progressivo crónico ou oclusão das principais artérias do cérebro, que por sua vez leva à formação de uma rede anormal de pequenos vasos na base do crânio, assemelhando-se a fumo nos angiogramas cerebrais.  A doença pode ocorrer em todos os grupos etários, dos 60 aos 70 anos de idade, até às crianças de dois anos de idade. Contudo, a idade de início da doença é bimodal, sendo os adultos na casa dos quarenta e as crianças com menos de dez anos os mais afectados. Se não forem tratadas, as consequências podem ser muito graves, causando deficiência motora, deficiência sensorial, deficiência visual, deficiência da fala, retardamento mental, etc., podendo mesmo levar à deficiência e à morte.  É por isso que é importante tratar rapidamente o smog (tanto em crianças como em adultos) para evitar sintomas irreversíveis. Reconhece-se que, uma vez feito um diagnóstico de smouldering, a cirurgia deve ser realizada o mais rapidamente possível e que os tratamentos conservadores não são muito úteis.  Então algumas pessoas perguntam: podem as crianças com doenças que cheiram mal ser minimamente invasivas? De facto, qualquer tratamento para o smog requer craniotomia para realizar o bypass cerebrovascular e a cirurgia de remendos para reconstruir os canais de fluxo sanguíneo cerebral e melhorar o fornecimento de sangue ao cérebro para alcançar o tratamento. Isto não é considerado cirurgia minimamente invasiva, mas não é muito invasiva e com uma gestão perioperatória próxima e sistemática, os pacientes podem recuperar muito rapidamente.