A ADA reviu os critérios de rastreio e de diagnóstico da DMG em 2011: 1. Em indivíduos com factores de risco para a diabetes mellitus, rastrear a DMG não diagnosticada de acordo com os critérios de diagnóstico da diabetes mellitus na primeira consulta pré-natal; 2. Em mulheres grávidas sem diabetes mellitus confirmada, rastrear a DMG utilizando um teste de tolerância à glicose oral (OGTT) de 75 g às 24-28 semanas de gestação, com pontos de corte de diagnóstico de: glicemia em jejum ≥5,1 mmol/L ou glicemia de 1 hora ≥10,0 mmol/L ou glicemia de 2 horas. A glicemia de jejum (OGTT) é um teste de rastreio da DMG entre as 24 e as 28 semanas de gestação, sendo os pontos de corte diagnósticos: glicemia de jejum ≥5,1 mmol/L ou glicemia de 1 hora ≥10,0 mmol/L ou glicemia de 2 horas ≥8,5 mmol/L, podendo o diagnóstico de DMG ser feito através de qualquer um destes valores de glicemia. 3. As mulheres com DMG devem ser submetidas a um teste de rastreio da diabetes entre as 6 e as 12 semanas pós-natais para determinar se a diabetes está permanentemente presente. 4. As mulheres com antecedentes de DMG devem ser submetidas a um rastreio da diabetes pelo menos de 3 em 3 anos para determinar se desenvolveram diabetes ou pré-diabetes.