Nem sempre é este o caso, uma vez que a placenta praevia pode ocorrer por uma variedade de razões, algumas sendo a migração excessiva para baixo do ovo fertilizado, e outras sendo uma grande placenta. A placenta pode ser maior no caso de gravidezes gémeas, que estão hoje em dia associadas à tecnologia do co-nascimento. A outra é que o endométrio do útero é danificado devido a múltiplos abortos ou abortos antes da gravidez, o que pode aumentar a probabilidade da placenta praevia voltar a ocorrer, mas não necessariamente. Quando a primeira placenta praevia foi operada, recomenda-se normalmente uma ecografia no início da gravidez para excluir a hipótese de um óvulo fertilizado cicatrizado, uma vez que uma gravidez cicatrizada ainda é um grande risco. A regra geral é que a primeira vez que se tem placenta praevia, a segunda vez deverá fazer uma ecografia mais cedo para descartar a possibilidade de uma gravidez cicatrizada. Se for encontrada uma gravidez cicatrizada, é geralmente uma boa ideia interromper a gravidez a tempo, pois as gravidezes cicatrizadas podem levar a uma alta incidência de implantação da placenta. Se a placenta for implantada, este é o nível de risco mais elevado em termos de obstetrícia, com uma elevada incidência de hemorragia pós-parto e histerectomia.