A crioterapia foi utilizada nos anos sessenta para tratar hemangiomas superficiais com algum sucesso. Este método utiliza uma forte temperatura baixa para condensar a pele, o hemangioma e o tecido que envolve o hemangioma, formando cristais de gelo dentro das células e causando a ruptura, desintegração e morte das células, o que por sua vez faz com que o hemangioma desapareça através do processo de reparação do corpo. A temperatura extremamente baixa do azoto líquido pode levar a cicatrizes hiperplásicas ou atróficas, hiperpigmentação ou hipopigmentação, erupção de milho, contractura de tecidos e outros efeitos adversos. Contudo, a aplicação de criocirurgia mais suave (-32°C) foi recentemente relatada para reduzir a cicatrização e a hiperpigmentação, etc., mas a eficácia deste procedimento precisa de ser ainda mais confirmada.