O síndrome de fasciculação congénita é um caso clínico comum, visível à nascença como depressões completas ou incompletas em torno dos tecidos moles dos membros, principalmente nos membros inferiores, dedos dos pés antebraços, dedos, etc. É frequentemente classificado clinicamente em quatro graus: grau 1: a fáscia está apenas incrustada na pele; grau 2: a fáscia está profunda na fáscia e não afecta a circulação do membro distal; grau 3: a fáscia está profunda na fáscia e afecta a circulação do membro distal, com inchaço e alterações de cor no membro, podendo também estar associada a danos nos nervos; grau 4: amputação congénita. O principal objectivo do tratamento é remover a compressão da banda, permitir que o membro se desenvolva normalmente e melhorar o edema do membro, e para aqueles com compressão dos vasos sanguíneos e nervos pela banda, deve ser realizada uma cirurgia precoce. O procedimento envolve a libertação completa da cinta e o ziguezague da aba. A visão tradicional é que a cinta deve ser operada em 2-3 fases para evitar a necrose da aba e afectar o fluxo sanguíneo do membro.