Como é diagnosticado e gerido um corpo estranho na traqueia?

  É bem sabido que as crianças (especialmente nos grupos etários mais jovens) têm o hábito de falar, e alguns pais alimentam frequentemente os seus filhos com alimentos malucos. Quando uma criança ri, chora, corre e salta, existe um elevado risco de inalar o conteúdo da boca ou migalhas de alimentos para as vias respiratórias (principalmente a traqueia e o brônquio principal), causando asfixia e chiado, que é uma das principais causas de lesões acidentais em crianças. Como o reflexo da tosse ainda não está bem desenvolvido nas crianças, os corpos estranhos inalados para a traqueia são difíceis de tossir. A irritação da parede traqueal por corpos estranhos pode levar rapidamente a complicações como bronquite, pneumonia, atelectasia e enfisema, que em casos graves podem rapidamente tornar-se em perigo de vida. As vantagens deste teste são que é rápido, intuitivo, não requer incisão cirúrgica e tem poucas complicações pós-operatórias.  Dicas: Os pais devem evitar as condições acima mencionadas que possam causar corpos estranhos no tracto respiratório pediátrico e devem procurar pronta atenção médica caso ocorram, em vez de correr quaisquer riscos que possam atrasar o procedimento. Para crianças sem histórico claro de aspiração de corpos estranhos (incluindo crianças em idade escolar que têm o hábito de segurar coisas na boca), asfixia irritante e sibilância sem causa óbvia, por vezes sem febre, e onde o tratamento antibiótico falhou deve ser levado a sério o suficiente para perguntar prontamente à criança e ao pessoal relevante se existe um histórico de aspiração de corpos estranhos e consultar o departamento hospitalar relevante para evitar um diagnóstico falhado.