Actualmente, a incidência de cancro endometrial, um dos três principais malignos nas mulheres, está a aumentar todos os anos. A incidência de cancro endometrial está a aumentar de ano para ano, especialmente entre aqueles com tensão arterial elevada, diabetes, obesidade e suplementação com estrogénio exógeno. Muitos destes doentes desenvolvem a doença após a menopausa, sendo as principais manifestações a hemorragia vaginal anormal e o espessamento do endométrio. A espessura do endométrio deve ser inferior a 0,5 cm após a menopausa, e se atingir ou exceder este valor, deve ser motivo de alarme. A histeroscopia ou curetagem de diagnóstico é normalmente indicada. O cancro endometrial é uma malignidade ginecológica que pode ser detectada precocemente e tratada mais eficazmente, muitos dos quais podem mesmo alcançar uma cura. Por conseguinte, recomenda-se que todas as mulheres de meia idade e idosas, especialmente aquelas com factores de alto risco, tenham um controlo anual de rastreio ginecológico. Estes incluem: ultra-som ginecológico, CA125, citologia cervical de camada fina à base de líquido (TCT) e HPV.