A doença celíaca, também conhecida como erosão cervical, é uma alteração cosmética que aparece a olho nu no exame clínico; o termo erosão cervical já não existe e foi alterado para ectasia epitelial colunar cervical. A erosão cervical é afectada pelo estrogénio e pode ser maior nas mulheres em idade fértil, enquanto que as mulheres pós-menopausa geralmente não têm alterações semelhantes à erosão devido a um declínio do estrogénio. É extremamente pouco científico dizer que a erosão cervical não significa que o colo do útero vai apodrecer ou tornar-se canceroso, mas o rastreio do cancro cervical é necessário para se fazer um diagnóstico definitivo. Isto porque as lesões cervicais podem de facto apresentar-se como alterações semelhantes à erosão cervical. Para aqueles com sintomas tais como congestão da superfície cervical, sangue positivo à palpação, e leucorreia mais purulenta na superfície, as lesões cervicais devem ser primeiro excluídas e consideradas como cervicite aguda, que deve ser tratada activamente sem relações sexuais e com tampões vaginais locais. A cervicite crónica é principalmente pólipos e hipertrofia. Pode ser tratado de forma sintomática e para os pólipos cervicais recomenda-se a sua remoção, caso contrário existe o risco de hemorragia devido à estimulação repetida durante a relação sexual. Em conclusão, enquanto não houver anomalias de TCT ou HPV e não houver sintomas clínicos, a erosão cervical pode ser tratada sem stress ou cirurgia.