Na epilepsia refractária, o tratamento cirúrgico pode ser considerado após a localização dos focos de origem. A cirurgia tradicional envolve craniotomia para remover o “foco epiléptico” ou para cortar a via de condução, que é um tratamento invasivo e comporta certos riscos, enquanto que a Faca Gama é uma irradiação precisamente calculada e focalizada da lesão. De acordo com a experiência actual, é geralmente utilizada uma dose menor de irradiação, que não destrói o tecido cerebral e não causa danos graves à função normal do tecido cerebral, mas apenas inibe a descarga excessiva anormal, atingindo assim o objectivo de tratar a epilepsia. Contudo, uma vez que o crânio não é aberto, a localização da origem da convulsão é particularmente importante, e com base na experiência, apenas uma pequena percentagem de pacientes pode ser tratada com faca gama.