A distimia, ou perturbação dissociativa, é uma doença psicossomática em que os doentes desenvolvem perturbações psicofisiológicas complexas, como a amnésia e o sonambulismo, que podem ser complicadas por ansiedade, depressão e perturbações do sono. A perceção, a consciência e a memória de uma pessoa normal são um todo, mas os doentes distímicos apresentam uma perda intermitente e involuntária de toda ou parte da sua integração psicofisiológica e sintomas como a perturbação dissociativa da identidade, a amnésia dissociativa e a despersonalização. A perturbação dissociativa da identidade pode manifestar-se pela presença de duas ou mais personalidades no doente, com alternância entre as personalidades, durante a qual o doente pode ter perturbações da memória. A amnésia dissociativa ocorre principalmente quando o doente não é capaz de recordar informações importantes, nem mesmo a sua própria identidade. A despersonalização é quando o doente sente que está a atuar como espetador, observando-se a si próprio de outro ponto de vista, sentindo por vezes que o ambiente que o rodeia é irreal, como se existisse uma membrana entre ele e o mundo exterior. O desenvolvimento da doença está geralmente intimamente relacionado com factores psicológicos, sendo mais frequentemente causado por acontecimentos traumáticos, como abusos, violações e outros estímulos. Os doentes devem procurar tratamento médico atempado para receberem psicoterapia profissional, como hipnoterapia, terapia de indução, terapia de dessensibilização sistemática, etc. Se necessário, seguir a medicação prescrita pelo médico.