O tratamento tradicional da glândula tiróide é a incisão cirúrgica, que envolve uma incisão de 6-200 px no pescoço, que mais tarde deixa uma cicatriz no pescoço para toda a vida, afectando a estética e reduzindo a qualidade de vida, tornando difícil para as mulheres modernas, especialmente as jovens, submeterem-se a esta cirurgia. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, a cirurgia lumpectomia da tiróide foi desenvolvida com base na cirurgia laparoscópica, que foi realizada pela primeira vez no estrangeiro pelo Dr. Hüscher em 1997. O aparecimento deste método cirúrgico foi uma revolução tecnológica nas técnicas cirúrgicas, mudando a história dos procedimentos cirúrgicos tradicionais que exigiam incisões na área cirúrgica do corpo, permitindo que pequenas incisões fossem feitas fora do local cirúrgico com a ajuda de equipamento moderno de alta tecnologia, para que o cirurgião pudesse realizar o procedimento sem deixar cicatrizes cirúrgicas nas partes expostas do corpo do paciente. A abordagem de lumpectomia à cirurgia da tiróide envolve fazer uma incisão subclávia de 4 cm no pescoço, separar um pequeno espaço cirúrgico sob o músculo cervical largo, inserir os instrumentos cirúrgicos e remover o tumor da tiróide usando uma faca ultra-sónica avançada, em grande parte sem hemorragia. O paciente tem alta do hospital 3-5 dias após a cirurgia. Isto reduz o tamanho da cicatriz que foi deixada no pescoço e esconde-a numa área escondida do corpo, conseguindo um efeito cosmético minimamente invasivo ao mesmo tempo que tem um resultado clínico satisfatório, e é por isso muito popular. Para o doente, não há reacções adversas, tais como tracção ou dor durante e após a operação, e a dor pós-operatória é leve e o doente pode ter alta em 3 a 5 dias. Em suma, esta nova técnica é tão segura e eficaz como a cirurgia tradicional, mas tem vantagens notáveis sobre a cirurgia tradicional, dando-lhe um resultado cosmético satisfatório e fazendo desaparecer aquela cicatriz “suicida” que era originalmente sua, tornando-o mais confiante.