A doença de Parkinson é uma doença crónica, e antes de começarmos a combater a doença de Parkinson a longo prazo, precisamos de fazer os preparativos necessários para obter resultados duradouros e reduzir o risco de efeitos secundários. O primeiro é um diagnóstico claro: é necessário um exame sistemático e detalhado para identificar a doença de Parkinson da forma mais precisa possível a partir de outras doenças semelhantes, tais como a síndrome de Parkinson, tremor idiopático, doença cerebrovascular e doença ortopédica. As diferenças nestas doenças são relativamente pequenas nas fases iniciais e requerem os testes necessários para detectar os sinais do avisador, tais como um teste PET para a proteína transportadora de dopamina cerebral. Se a medicação for tomada sem testes, podem ocorrer reacções adversas e consequências inesperadas. A segunda é esclarecer a extensão e o tipo da doença de Parkinson. Existem diferentes tipos de doença de Parkinson, por exemplo, alguns pacientes têm predominantemente tremor e outros têm predominantemente tonicidade, e a medicação é diferente. O tratamento também difere em diferentes fases da doença de Parkinson, tais como a fase precoce ou tardia. Isto requer um julgamento por um especialista experiente, incluindo os testes e avaliações necessárias. A terceira é verificar algumas condições subjacentes que não são adequadas para a medicação. Por exemplo, pacientes com glaucoma e melanoma de ângulo fechado não são adequados para Medrobac, e pacientes idosos com inteligência diminuída são propensos a alucinações quando tomam amantadina e Antan. A quarta é fazer com que um especialista realize uma avaliação da eficácia dos medicamentos a curto prazo para racionalizar o tipo e a dose de medicamentos para uso a longo prazo. O especialista seleccionará primeiro um medicamento com base nos resultados de medicamentos anteriores tomados pelo paciente e nas suas características. Este medicamento pode ser teoricamente adequado para um determinado paciente, mas se é de facto eficaz e seguro não será conhecido até que o paciente o tome. Isto pode ser feito através da avaliação por um especialista da eficácia e efeitos adversos no momento em que o paciente toma o medicamento pela primeira vez para determinar se este pode ser tomado a longo prazo. Este método é mais preciso, científico e seguro do que os próprios sentimentos do paciente.