Um novo estudo concluiu que a utilização de castigos físicos em crianças, tais como palmadas e bofetadas, aumenta o risco de uma criança vir a sofrer de doenças mentais. O estudo provém de um inquérito epidemiológico realizado no estrangeiro que encontrou uma correlação entre os castigos físicos severos, incluindo empurrar, agarrar, bater, esbofetear ou bater, e a doença mental, mesmo na ausência de comportamentos abusivos mais graves, como os abusos físicos, sexuais e emocionais, a negligência ou a violência entre parceiros íntimos. Os investigadores observaram que a investigação atual sugere que o castigo físico severo em situações não abusivas aumenta o risco de uma criança desenvolver, ao longo da vida, doenças mentais que incluem perturbações do humor, ansiedade, dependência de álcool e drogas e perturbações da personalidade.