A síndrome do ovário policístico é uma síndrome endócrina com uma patogénese polimórfica e multi-causal (caracterizada pela anovulação persistente, hiperandrogenismo, e resistência à insulina), envolvendo distúrbios reprodutivos e metabólicos multi-sistémicos. Critérios de diagnóstico: 1. Sintomas clínicos: menstruação escassa ou amenorreia, ausência de ovulação em 2 ciclos menstruais, conforme determinado pela temperatura corporal basal. 2, síndrome hiperandrogénica: hirsutismo, convulsões O, ou indicadores bioquímicos LH/FSH>=2, testosterona T elevada, e excluir doenças como a síndrome de Cushing e cinética anormal da tiróide. 3, O ultra-som mostra ovários unilaterais e/ou bilaterais com >10 folículos numa única secção, de 2-8 mm de diâmetro, com alterações císticas. 4, T excede o valor normal. A síndrome dos ovários policísticos caracteriza-se principalmente pelo aumento cístico dos ovários bilaterais combinados com folículos imaturos ou atresia folicular. Como os folículos múltiplos se desenvolvem simultaneamente e não atingem a maturidade, o nível de estrogénio aumenta e o endométrio continua a proliferar. Se os folículos não estiverem bem desenvolvidos, o desenvolvimento luteal após a ovulação é fraco e o nível de progesterona é baixo, o que afecta a tolerância endometrial e torna a concepção difícil.