“A comida é o Deus do povo”! Os chineses dão importância à alimentação. O amor dos pais pelos filhos é ainda mais evidente na alimentação. É frequente vermos uma imagem assim: a criança corre à frente e os pais ou avós correm atrás dela com uma tigela. Para obrigar a criança a comer mais um bocado de comida, alguns fazem-lhe a vontade, outros assustam-na e repreendem-na, e até colocam um pequeno pau junto à mesa de jantar. Como deixar a criança comer normalmente A, os pais não exageram no problema alimentar da criança, numa atitude calma, comem mais do que elogiam, comem menos do que criticam, esta questão é sempre calma e agradável, para que a criança deixe de se sentir pressionada pelo problema da alimentação. A criança pega na tigela de arroz quando a facilidade psicológica, é possível produzir um apetite normal. Em segundo lugar, não tratar os alimentos de forma diferente Não há nutrição para depender dos pais para regular quando cozinhar. A comida na mesa deve ser deixada à escolha dos próprios filhos. Para as crianças que não gostam de comer a comida não se podem utilizar as condições para forçar, como por exemplo, se não gostam de carne e não gostam de comer legumes, a criança disse: “Se não comeres os legumes, não te darei carne”. Isto só fará com que ele odeie ainda mais comer legumes. Os pais podem querer preparar mais receitas e dar à criança uma variedade de formas de o fazer. Por exemplo, alguns pais gostam sempre de dizer que, se comeres bem, eu dou-te para comprares brinquedos ou levo-te a brincar. Este tipo de palavras terá um impacto negativo na alimentação da criança e ensiná-la-á a chantagear os pais com exigências pouco razoáveis. A criança come e decide por si própria o que gosta de comer e quanto quer comer, de modo a ter plena confiança em si própria. Se uma pessoa tem de deixar que outros decidam até as suas necessidades físicas mais básicas, então perderá a oportunidade de se encontrar e de se conhecer quando crescer. Pais e mães, por favor, comecem por renunciar ao direito do vosso filho a comer sozinho e devolvam a cada criança a oportunidade de pensar e explorar de forma independente!