Existem vários tipos de otite média supurativa crónica que precisam de ser identificados: simples, osteóide, e colesteatoma. (a) Simples: As radiografias papilares são frequentemente escleróticas, sem destruição de defeitos ósseos. (b) Osteoclástica: a radiografia papilar é esclerótica ou laminar, com destruição dos defeitos ósseos. (c) Colesteatoma: As radiografias papilares mostram áreas de destruição óssea da câmara superior do tímpano, seio ou processo mastóide, com margens densas e limpas. Na fase aguda, é necessária a otoscopia e a desobstrução do pus. São normalmente necessários controlos auditivos uma vez controlada a inflamação, e a tomografia computorizada do ouvido médio nos casos de suspeita de colesteatoma ou otite média osteóide.