As manifestações clínicas mais comuns da arteriosclerose cerebral são: (1) Grupo de sintomas de neurastenia: tonturas, dores de cabeça, insónia, ansiedade, desatenção, perda de memória (especialmente memória recente), lentidão de raciocínio e diminuição da capacidade de atividade. (2) Demência arteriosclerótica cerebral: a principal manifestação é o distúrbio mental-emocional. Não pode calcular com precisão e dizer o tempo, lugar, personagens, aparecem mudanças de personalidade óbvias, como apatia emocional, pensamento lento, comportamento infantil, não convencional, às vezes suas ações como o habitual disse “menino velho”, casos graves também podem aparecer ilusão, suspeita, alucinações e outros transtornos mentais. (3) Paralisia pseudobulbar (“bulbo” refere-se à medula oblonga do tronco cerebral): manifesta-se por um aumento do tónus muscular nos membros, choro e riso fortes e difíceis de controlar, indistinguíveis do choro e do riso, e dificuldade em engolir acompanhada de engasgamento, tosse e salivação. Verificou-se que a aterosclerose cerebral começa lentamente em pessoas de meia-idade e idosos com mais de 50 anos de idade. O distúrbio do metabolismo lipídico foi reconhecido como um fator importante na formação da aterosclerose, pelo que a prevenção desta doença deve desenvolver bons hábitos alimentares, a estrutura da dieta deve ser razoável e aderir a uma dieta com baixo teor de sal, baixo teor de gordura e baixo teor de colesterol tem um papel na prevenção desta doença.