Com que frequência se deve fazer uma gastroscopia para a gastrite crónica superficial?

  Para pacientes com gastrite crónica superficial, recomenda-se a gastroscopia a cada 1 ano. O momento exacto da revisão tem de ser determinado com base na fase patológica do paciente e na apresentação dos sintomas.  A gastrite crónica superficial é uma doença digestiva em que ocorre inflamação crónica do tecido mucoso superficial do estômago. As principais manifestações clínicas dos doentes incluem distensão epigástrica e dor, náuseas, refluxo ácido, arrotos e saciedade precoce. Na prática clínica, a infecção por Helicobacter pylori é uma das causas mais comuns. Além disso, outras causas como a inaptidão alimentar crónica, a irritação causada por drogas e o refluxo biliar persistente podem também contribuir para o desenvolvimento desta condição. Na fase inicial da gastrite, conhecida como gastrite superficial, o processo patológico afecta apenas a camada epitelial do tecido mucoso. Se a doença progredir mais e houver falta de tratamento atempado, a inflamação pode também alastrar a tecidos como as glândulas digestivas e os músculos internos, podendo causar-lhes atrofia, levando eventualmente a uma inflamação crónica ou a um tecido hiperplástico atípico. É por isso que a gastroscopia regular para observar alterações nos sinais patológicos tem um impacto positivo nos pacientes com gastrite crónica ou reacções adversas que a acompanham.  Os pacientes com gastrite crónica superficial devem prestar atenção à sua dieta diária, bem como às modificações do seu estilo de vida. A dieta deve ser leve e fácil de digerir para reduzir a irritação dos tecidos gastrointestinais. É importante manter uma rotina regular e evitar ficar acordado até muito tarde.