Em 2016-1-7, um paciente foi internado no hospital com a principal razão “mais de 2 meses após a colecistectomia, exploração de condutas biliares comuns e drenagem de condutas T”. O juízo preliminar foi que não foram excluídas as pedras das condutas biliares intra-hepáticas. Em 2016-1-12, realizámos a colangioscopia percutânea e encontrámos uma pedra de 2,5 cm de diâmetro presa no ramo secundário do ducto hepático esquerdo, que não pôde ser removida completamente. O paciente ficou muito grato.