A ortopedia cega não é recomendada para pessoas com doença carotídea da artéria vertebral. O processo ortopédico pode levar a um aumento da compressão das artérias vertebrais, pelo que se recomenda que o doente seja visto para tratamento regular. O desenvolvimento da doença carotídea da artéria vertebral está relacionado com a perda de estabilidade das vértebras e com a proliferação dos tecidos vertebrais. É mais provável que a doença ocorra quando a coluna cervical não é devidamente protegida, incluindo massagens informais e acupressão, ou quando estão presentes factores de risco como a esclerose da artéria vertebral e a placa aterosclerótica vertebral. Após a compressão da artéria vertebral, as principais manifestações da doença são o fornecimento anormal de sangue ao cérebro a partir do sistema da artéria vertebrobasilar, incluindo vertigens, colapso súbito, cefaleias, perturbações visuais, zumbidos, perda de audição, perda de memória e anomalias mentais. Se o paciente não for examinado, ou for a uma instituição irregular para tratamento ortopédico, durante o processo, a pressão local da artéria vertebral pode ser agravada devido à técnica de massagem, o que pode agravar os sintomas clínicos e a isquémia cerebral, podendo mesmo levar a consequências graves. Recomenda-se que os doentes com espondilose cervical do tipo artéria vertebral consultem atempadamente o médico e sigam as instruções deste para um tratamento adequado após esclarecimento da sua condição, de modo a aliviar os sintomas clínicos.