A obstrução intestinal adesiva é um abdómen cirúrgico de emergência clínica comum, principalmente devido a aderências pós-operatórias. A doença tem geralmente uma longa história, caracteriza-se por episódios recorrentes, é dolorosa para os pacientes e é uma dor de cabeça para os médicos. Uma combinação de tratamentos médicos chineses e ocidentais, tais como jejum de água, descompressão gastrointestinal e tratamento anti-inflamatório, pode aliviar eficazmente os sintomas de obstrução. No entanto, para erradicar a ocorrência de obstrução intestinal, é necessária uma cirurgia para libertar as aderências que causam a obstrução. A cirurgia aberta tem uma elevada taxa de reinfarce após a cirurgia, uma vez que as aderências ainda ocorrerão após a cirurgia e podem tornar as aderências maiores e mais severas. Este círculo vicioso resulta numa relutância tanto do paciente como do cirurgião em utilizar o tratamento cirúrgico. O desenvolvimento da tecnologia laparoscópica moderna, com as suas características minimamente invasivas e extracorporais, pode evitar a ocorrência de aderências suficientes para causar obstrução, trazendo luz aos pacientes com obstrução intestinal adesiva. A combinação da medicina chinesa e ocidental e do tratamento minimamente invasivo é agora utilizada na fase aguda para aliviar a obstrução. A libertação laparoscópica das aderências na fase de remissão alcançou resultados muito satisfatórios e aliviou o paciente de dores para toda a vida.