Já passou mais de uma década desde que a nefrectomia parcial laparoscópica foi utilizada pela primeira vez em 1992. Com o conceito de cirurgia minimamente invasiva a ganhar popularidade, este procedimento cirúrgico tem sido promovido nos últimos anos, e o seu âmbito de aplicação é mais amplo do que antes. A razão pela qual a nefrectomia parcial é agora defendida é que temos de proteger o mais possível a função renal do paciente sob a premissa de remoção completa do tumor, a fim de minimizar a dor do paciente; e a razão pela qual a cirurgia laparoscópica é defendida é que, em comparação com a cirurgia aberta, as vantagens da cirurgia laparoscópica são: menos danos (um pequeno buraco de cerca de 1cm), menos hemorragia, estética e hospitalização mais curta; a chave é que após a cirurgia laparoscópica Os resultados não são diferentes dos da cirurgia aberta tradicional. Indicações para nefrectomia parcial laparoscópica: 1. indicações absolutas: cancro renal isolado, cancro renal bilateral, insuficiência renal contralateral ou rim não funcional, e doentes com azotemia, que podem levar à necessidade de diálise após nefrectomia total, são também consideradas indicações absolutas para LPN; 2. indicações relativas (que podem ser consideradas): tumores com outras doenças renais (diabetes, hipertensão, outras doenças vasculares ateroscleróticas) e 3. tamanho e localização do tumor renal: a cirurgia laparoscópica de preservação dos rins pode ser considerada para tumores exofíticos de menos de 7cm em casa e no estrangeiro. Para tumores de outros tamanhos ou localizações, depende da experiência e competências cirúrgicas do cirurgião.