Quais são os testes para determinar se sofre de Parkinson? A maioria de nós já ouviu falar da doença de Parkinson e tem um entendimento vago dos seus sintomas, mas a maioria dos pacientes não sabe como fazer um diagnóstico científico no contexto clínico, e portanto não sabe como ser examinada no hospital. Em resposta a tais perguntas dos doentes e das suas famílias, descreveremos agora brevemente os testes para determinar a presença de Parkinson, para que os doentes possam ter uma compreensão geral e estar preparados. Contudo, uma tomografia computorizada (PET) de emissão única de fotões pode mostrar uma redução significativa na função de transporte de dopamina no cérebro e uma tomografia PET de emissão positrónica pode mostrar a actividade do receptor de dopamina 2 na doença de Parkinson, o que pode ser útil para o diagnóstico precoce. Os transmissores de dopamina no cérebro são produzidos principalmente na densa região nigrostriatal do cérebro médio. Na doença de Parkinson, a perda de neurónios dopaminérgicos na substantia nigra e a reduzida actividade da tirosina hidroxilase são as principais causas da redução da dopamina. Resposta sistémica A maioria dos doentes com Parkinson desenvolve a doença após os 60 anos de idade. O início é insidioso, com uma progressão lenta e um agravamento gradual. As principais manifestações são: tremor, miotonia, bradicinesia, postura e marcha anormais, e discinesia dos músculos da boca e do palato.