Existem várias formas de classificar a síndrome, mas a escala de classificação do Instituto Nacional do Cancro (NCI) é comummente utilizada. Grau 1: alterações cutâneas leves ou dermatites com anomalias sensoriais que não interferem com as actividades diárias; Grau 2: alterações cutâneas como anteriormente, com dor, interferindo ligeiramente com as actividades diárias, superfície cutânea intacta; Grau 3: dermatite ulcerosa ou alterações cutâneas com dor intensa, interferindo gravemente com as actividades diárias, com destruição significativa dos tecidos (por exemplo, descamação, bolhas, hemorragia, edema).