É impossível curar a síndrome do ovário policístico. Exige o desprendimento regular do endométrio para evitar lesões endometriais devidas à estimulação e supervisão do estrogénio até à menopausa antes de se poder parar o tratamento. A síndrome do ovário policístico é frequentemente combinada com a infertilidade. Se as mulheres nesta categoria estiverem a planear engravidar, recomenda-se a realização de testes apropriados e uma avaliação exaustiva. Durante o tratamento de ovulação, recomenda-se a realização do mesmo: 1) utilizar medicamentos sob a orientação do médico; 2) ir regularmente ao hospital para exames de ultra-sons para compreender o crescimento e desenvolvimento dos folículos; 3) orientar as relações sexuais de acordo com o desenvolvimento dos folículos, a maioria deles pode conseguir uma gravidez. Em doentes com síndrome dos ovários policísticos, se não forem supervisionados, existe a possibilidade de o endométrio desenvolver lesões correspondentes sob a estimulação do estrogénio, pelo que a medicação é utilizada até à menopausa.