É importante tratar a epilepsia com a atitude certa, construir auto-confiança e cooperar com o tratamento do médico. Se a criança for estável, pode participar em algumas actividades ao ar livre e sair mais vezes com amigos e familiares, mas é melhor ter um companheiro para poder viver num bom estado de espírito depois de a epilepsia ser controlada. Os pais de crianças em idade escolar com epilepsia devem encorajá-los a participar em várias actividades úteis, a fazer o que podem fazer, a aumentar a sua autoconsciência, e a superar a condição psicológica de timidez e sentimentos de incompetência. Em geral, abandonar a noção de sobreprotecção e evitar a ênfase na recorrência de convulsões é útil para aliviar o distúrbio psicológico do doente. Os pais devem comunicar com os professores para lhes permitir compreender o início e o tratamento da criança afectada, e obter simpatia, compreensão, cuidado e atenção dos professores e colegas; ao mesmo tempo, fazer com que a criança afectada se conheça a si própria na vida em grupo e melhorar a adaptação social. Recomenda-se que os pais comuniquem com os seus filhos em idade escolar para os orientar a ter uma compreensão correcta da sua doença, dizer-lhes que a sua doença não é grave e pode ser curada, e estabelecer a confiança na superação da doença, o que desempenhará um papel positivo na recuperação da doença. Os pais das crianças com epilepsia não só devem aprender sobre a doença e cooperar com o médico para um tratamento activo, mas também cuidar da dieta e da vida da criança, e tentar evitar todos os factores que desencadeiam convulsões, tais como constipações, sobreaquecimento, fadiga e falta de sono. Os pais devem informar a criança sobre a doença, de acordo com a sua idade e compreensão, e fazer-lhe saber que é seu dever e responsabilidade tomar medicação e compreender os perigos da medicação irregular, de modo a que a criança possa desenvolver o hábito de se gerir a si própria. 2. Cultivar a elevada auto-estima e consciência e personalidade independentes da criança Incentivar a criança a participar em várias actividades úteis e a fazer o que pode fazer para aumentar a auto-consciência e superar a condição psicológica de timidez e incompetência. Em geral, abandonar o conceito de “superprotecção” e evitar a ênfase na recorrência de convulsões pode ajudar a reduzir a desordem psicológica da criança. 3. Aspectos sociais O médico é a pessoa mais respeitada e de maior confiança para a criança. A atitude, a confiança, a linguagem e o tom de voz do médico irão infectar fortemente a criança. É dever do médico usar medicação razoável para a doença e também dar tratamento psicológico sério e paciente.