1. o que é a luxação da anca? A luxação da anca, que antigamente se chamava “luxação congénita da anca”, é a doença mais comum da anca em pediatria, sendo 6 a 8 vezes mais comum nas raparigas do que nos rapazes. Atualmente, o nome “displasia da anca do desenvolvimento” é mais utilizado. Como a “displasia da anca do desenvolvimento” inclui luxação completa da articulação da anca, subluxação e displasia acetabular, o chamado “desenvolvimento” significa que a doença nem sempre é congénita, mas também pode ocorrer após o nascimento. 2 . Quais são os perigos da luxação do quadril? Se a doença não for tratada ou tratada incorretamente, pode causar claudicação, dor no quadril, função limitada, etc. 3. Quais são os fatores de risco para luxação do quadril? Meninas, primeiro filho, pouco líquido amniótico, parto pélvico, ter o mesmo doente na família, ter outras anomalias congénitas. O enfaixamento incorreto, por exemplo, atar os membros inferiores da criança com demasiada força após o nascimento, pode facilmente causar displasia da anca, que pode levar à luxação da anca em casos graves! Como detetar a displasia da anca numa fase precoce? (1) Crianças que não conseguem andar: o bebé deita-se e estende as ancas para ambos os lados (joelhos em ângulo reto, coxas perpendiculares ao corpo). Se as pernas do bebé estiverem rígidas e não puderem ser desdobradas; se as duas coxas do bebé estiverem assimetricamente estriadas e as pernas tiverem comprimentos, é também frequentemente um caso de luxação da anca pediátrica. A anca do lado afetado tem menos movimento e o seu movimento é limitado. A força dos pedais é mais fraca do que no lado saudável. Está frequentemente numa posição fletida e não pode ser endireitada. (2) crianças que podem andar: um lado da luxação do quadril tem comprimento mole e desigual dos membros inferiores; corpo ambulante bilateral balançando para frente e para trás, manifestado como marcha “passo de pato”. 5 . Como diagnosticar a luxação do quadril? (1) Exame físico por um médico experiente. (2) Filme de raios-X: não pode confirmar o diagnóstico para bebês pequenos. (3) RM, ultrassom: pode ser diagnosticado em recém-nascidos sem danos à radiação. 6) Como tratar a luxação da anca? Princípios básicos do tratamento: (1) Até meio ano de idade: funda, cinta. (2) De meio ano a 1,5 anos de idade: cinta, gesso. (3) De 1 ano e meio a 2 anos de idade: tratamento conservador ou tratamento cirúrgico. (4) Mais de 2 anos: tratamento cirúrgico. 7, a luxação da anca não é terrível, a prevenção e o diagnóstico e tratamento correctos e precoces são a chave: (1) mudar a má forma de enfaixar! Não amarrar as pernas não produzirá “rotundidade”, enquanto amarrar as pernas pode causar luxação da anca. (2) Aumentar a sensibilização para os factores de risco de luxação da anca em crianças! O diagnóstico e o tratamento precoces podem ser alcançados. (3) Quanto mais precoce for o tratamento, mais barato e mais eficaz será! Por exemplo, se o tratamento for iniciado no período neonatal, a criança pode recuperar completamente sem sequelas. Pelo contrário, quanto mais tarde for descoberto, quanto mais velha for a criança, mais difícil é o tratamento, mais dinheiro se gasta e mais sofrimento se tem!