(1) altos níveis de pré-tratamento de alanina-aminotransferase (ALT) e/ou aspartato aminotransferase (AST) (isto é muito importante uma vez que a eficácia do interferão é geralmente proporcional aos níveis séricos de aminotransferase, ou seja, se as aminotransferases de pré-tratamento forem normais, o interferão é frequentemente ineficaz ou tem pouca eficácia) (2) baixa carga viral, ADN HBV < 2 x 108 cópias/ml; (3) mulher; (4) curta duração da doença; (5) transmissão não materno-infantil; (6) alta necrose inflamatória e baixa fibrose do tecido hepático (é necessário saber biopsia hepática, a maioria dos doentes não é submetida a biopsia hepática, isto é apenas para referência); (7) boa adesão ao tratamento; (8) boa adesão ao tratamento (8) Sem co-infecção com o vírus da hepatite C (HCV), vírus da hepatite D (HDV) ou vírus da imunodeficiência humana (HIV); (9) Genótipo A do HBV (a maioria dos hospitais ainda não está equipada para realizar testes de genotipagem do vírus da hepatite B); (10) Boa resposta ao tratamento, ou seja, soro HBVDNA indetectável às 12 ou 24 semanas de tratamento. Do acima referido, três são importantes preditores de resultados: pré-tratamento ALT (e/ou AST), nível de ADN do HBV e genótipo do HBV. Na prática, a maioria dos hospitais ainda não estão equipados para testar o genótipo HBV, pelo que os dois primeiros são os mais importantes.