São geralmente considerados trombocitopénicos não devido a hemorragia, mas por outras razões, tais como um exame físico ou um exame de sangue de rotina noutro departamento, e podem variar em gravidade, com contagens de plaquetas que variam de algumas a várias dezenas. O aspecto mais marcante do doente é a ausência de manifestações hemorrágicas e a ausência de estímulos óbvios que podem causar trombocitopenia. Nesta altura, tanto o paciente como o médico devem estar alerta e o mais seguro é redesenhar o sangue para análises sanguíneas de rotina e anticoagular com heparina! É melhor fazer uma esfregaço de sangue ao mesmo tempo para observar que a máquina irá reportar um valor aproximadamente normal se houver um bom número de plaquetas, que também são visíveis microscopicamente no esfregaço de sangue. Isto é geralmente causado pelo anticoagulante EDTA nos tubos utilizados para a recolha de sangue. Quando isto não é bem compreendido pelo pessoal médico, leva a uma busca desnecessária da causa, levando frequentemente o clínico a identificar o problema devido ao elevado número de plaquetas encontradas na medula óssea. De facto, a heparina também pode causar pseudo-trombocitopenia, como é frequentemente encontrada na insuficiência renal em hemodiálise, por exemplo. Contudo, é muito improvável que ambos os anticoagulantes ocorram no mesmo doente, e existe um esfregaço de sangue para confirmar visualmente a contagem aproximada de plaquetas.