A doença de Parkinson é uma doença crónica que requer um tratamento a longo prazo. Entre os medicamentos utilizados para tratar a doença de Parkinson, as preparações compostas de dopa, como a metildopa e o Restnin, têm o melhor efeito terapêutico; no entanto, muitos doentes têm receio de tomar esses medicamentos por medo de que possam ocorrer reacções adversas, como flutuações motoras e anisotropia, após a toma de preparações compostas de dopa. Após investigação científica, verificou-se que a dosagem das preparações de dopa composta pode ser controlada dentro de um intervalo razoável para melhorar eficazmente os sintomas sem aumentar significativamente o risco de reacções adversas. No passado, a dosagem de dopa composta era determinada principalmente com base na experiência ou nas sensações dos doentes, o que pode resultar numa subdosagem significativa que conduz a uma eficácia insuficiente, ou numa dosagem relativamente elevada para obter uma melhoria significativa. Com base nas conclusões da nossa equipa de investigação, espera-se que uma avaliação normalizada da eficácia da levodopa pelos médicos resulte na dose mais baixa possível de medicação que seja eficaz na melhoria dos sintomas. Isto é simples, possível, barato e requer apenas um a vários dias de hospitalização (geralmente não mais de cinco dias), e pode ser possível avaliar se os sintomas de um doente melhoram definitivamente com a utilização de dopa composta, verificando assim a exatidão do diagnóstico, bem como avaliar com precisão a dosagem adequada e o número de doses a tomar.