Recentemente, quando vão ao médico, muitas doentes preocupam-se sempre com a possibilidade de os seus nódulos mamários serem tumores malignos. Se o médico lhe disser que é improvável que sejam malignos, e depois de confirmar o diagnóstico da necessidade de uma biopsia cirúrgica, a doente gosta de se debruçar sobre a questão – é fácil a recorrência após a excisão, e seria melhor se os nódulos não fossem excisados. Em resposta a este fenómeno, é dada a seguinte explicação, na esperança de que ajude a desfazer o nó. Este mal-entendido é causado principalmente pela falta de conhecimentos sobre os miomas mamários e outras doenças. Como é que os miomas surgem? A patogénese exacta não é clara. No entanto, está relacionado com os seguintes fatores: 1. Desequilíbrio do nível de hormônio sexual, como aumento relativo ou absoluto do nível de estrogênio, estimulação excessiva de estrogênio leva à proliferação anormal de componentes epiteliais e mesenquimais dos ductos mamários e formação de tumor. 2 . O tecido mamário local é excessivamente sensível ao estrogênio – esta categoria é inútil ao tirar sangue para verificar o nível de estrogênio. 3 . Dieta rica em gordura e açúcar. 4.Hereditariedade. Os miomas são potencialmente cancerígenos, mas a taxa de câncer tem sido relatada como variando, variando de 5% a 15%. Até agora, não há relatos de que os medicamentos possam curar o fibroma. Por conseguinte, considera-se que o tratamento medicamentoso é ineficaz, para não falar da chamada “terapia de intervenção” – injeção de medicamentos (muitos medicamentos, como o álcool anidro, etc.) no nódulo através de vários meios de punção, sob pena de induzir ou agravar a doença, que na verdade não é curável. Por isso, quando os miomas são considerados por especialistas através de exame físico e ecografia, etc., a remoção cirúrgica é sempre recomendada. Desde que estes miomas sejam completamente removidos por cirurgia, não há qualquer possibilidade de recorrência dos miomas e, mais importante ainda, a possibilidade de transformação cancerígena dos miomas é eliminada. No entanto, não se pode excluir a possibilidade de ainda existirem miomas pequenos ou latentes na mesma mama ou na mama oposta, ou de serem heterocrónicos (não coexistentes). Por outras palavras, se não se remover um nódulo, como um mioma, que já lá está, um tumor, como um mioma, que está prestes a crescer e a reaparecer, continuará a reaparecer quando chegar a altura. Não se pode continuar a saltar refeições e a morrer à fome porque se tem medo de se engasgar com a comida! O mesmo se aplica aos miomas no corpo, quem se atreve a dizer que nunca se engasgou ao comer ou a comer qualquer outra coisa na sua vida? Mas será que é porque tem medo ou porque já se engasgou, por isso não come ou não come mais? O raciocínio é claro, e o mesmo se aplica a doenças benignas como os miomas mamários. Por conseguinte, os que já apareceram têm de ser operados, e os que voltarão a aparecer no futuro terão, de facto, de ser operados. Pelo menos, para já. É verdade que há casos clínicos em que o tumor cresce na mama há décadas sem se tornar canceroso, mas isso implica um risco de cancro, pelo que não se defende um tratamento conservador. Pelo contrário, deve ser efectuada uma intervenção cirúrgica.