E quanto à resistência que ocorre durante a medicação antiviral oral?

1, controle rigoroso das indicações para o tratamento: para pacientes com lesões inflamatórias hepáticas leves, difícil de obter uma resposta sustentada (como ALT normal, tolerância imunológica HBeAg-positiva), especialmente (quando esses pacientes <30 anos de idade), devem tentar evitar o uso de terapia análoga de nucleosídeo (ácido). 2, seleção cuidadosa dos análogos de nucleósidos (ácidos): se as condições o permitirem, é aconselhável iniciar o tratamento com medicamentos que tenham fortes efeitos antivirais e uma baixa incidência de resistência aos medicamentos. Monitorização rigorosa e terapia combinada atempada: o ADN do VHB deve ser testado regularmente para detetar atempadamente a não resposta primária ou o avanço virológico. Para os doentes com uma resposta precoce deficiente, como a combinação de infeção pelo VIH, cirrose e carga viral elevada, é aconselhável adotar, o mais cedo possível, uma terapia de combinação de medicamentos nucleósidos (ácidos) sem locais de resistência cruzada. 4. uma vez detectada a resistência aos medicamentos, a terapia de resgate deve ser administrada o mais cedo possível: para os doentes tratados com lamivudina, a terapia de combinação com adefovir deve ser adicionada assim que a resistência genotípica for detectada ou o ADN do VHB começar a aumentar, o que resultará numa supressão mais rápida do vírus, numa menor ocorrência de resistência aos medicamentos e num melhor resultado clínico. Foram efectuados relativamente poucos estudos clínicos sobre o tratamento de doentes com resistência a outros fármacos, e as recomendações relativas ao tratamento baseiam-se principalmente em resultados in vitro. Para os doentes com resistência à telbivudina e ao entecavir, pode ser adicionada uma terapêutica combinada com adefovir. Para os doentes resistentes ao adefovir, a lamivudina e a telbivudina podem ser adicionadas à combinação; para aqueles que não utilizaram outros análogos de nucleósidos, o entecavir também pode ser trocado. Para aqueles que não utilizaram outros análogos de nucleósidos, o entecavir pode ser trocado. Para aqueles que são resistentes aos análogos de nucleósidos (ácidos), podem também considerar a troca ou a adição de análogos de interferão para a terapia de combinação, mas devem evitar a combinação de tibivudina e PEG-IFN porque pode levar a doenças neuromusculares periféricas. 5, tentar evitar o tratamento sequencial com um único fármaco: alguns estudos clínicos demonstraram que, devido à resistência da classe dos nucleósidos (ácidos) e à mudança sucessiva para outros fármacos da classe dos glicosídeos (ácidos), é possível detetar as estirpes mutantes de resistência múltipla da classe dos glicosídeos (ácidos). Por conseguinte, deve ser evitada a terapêutica sequencial com um único fármaco.