O aleitamento materno não é recomendado para quantidades de ADN do vírus da hepatite B superiores a 2×105 kIU/L. De acordo com a edição de 2020 das Directrizes Clínicas para a Prevenção da Transmissão Materno-Infantil do Vírus da Hepatite B, um dos principais factores de risco para a transmissão materno-infantil é a amamentação. Mulheres grávidas com níveis virais elevados, ou seja, DNA quantitativo do vírus da hepatite B (HBVDNA) superior a 2×105 kIU/L. As directrizes prevêem a PCR quantitativa fluorescente em tempo real para detetar, no sangue periférico, níveis de DNA do vírus da hepatite B (HBVDNA), ou seja, níveis virais, que reflectem se a replicação viral está ativa ou não. O HBVDNA>2x105kIU/L (ou seja, IU/ml) é geralmente considerado como tendo uma replicação viral ativa e é referido como um nível viral elevado, ou carga viral elevada. Quando a quantificação do ADN do vírus da hepatite B (HBVDNA) é superior a 2×105 kIU/L, a mãe é altamente infecciosa e, nessa altura, o leite materno é altamente suscetível de infetar o bebé e de transmitir o vírus da hepatite B através da alimentação de mãe para filho. Recomenda-se que as mulheres grávidas com hepatite B procurem tratamento médico atempado e efectuem uma alimentação adequada e um tratamento antiviral de acordo com as instruções do médico, não devendo fazer juízos de valor por si próprias para evitar consequências adversas.