Um teste de rastreio TCT que não apresente anomalias significa que o doente está atualmente normal. O objetivo do teste é determinar se a pessoa tem anomalias e não serve para garantir a ausência de doença, pelo que não existe uma garantia durante alguns anos. O rastreio cervical por TCT é uma técnica de exame citológico mais avançada para o cancro do colo do útero, com uma taxa de deteção de até 100% de células cervicais anormais, podendo também detetar algumas lesões pré-cancerosas e infecções microbianas, etc. Não há necessidade de se preocupar excessivamente com um resultado de TCT não anormal, enquanto um resultado anormal exigirá uma colposcopia adicional ou um diagnóstico patológico para esclarecer a condição. Além disso, as alterações das células do colo do útero são afectadas por muitos factores externos, como infecções virais, estimulação de inflamações, etc., e leva muito tempo até que as células se tornem cancerosas, variando de alguns meses a alguns anos. Um teste TCT não garante que o doente esteja livre de outros factores causadores de doenças, pelo que não pode ser utilizado como garantia. Em conclusão, é geralmente recomendado que as mulheres façam um teste TCT cervical uma vez por ano. Atualmente, o rastreio cervical deve ser realizado em conjunto com a análise do HPV cervical, para além do TCT, e se ambos os resultados forem claros, o rastreio cervical pode ser realizado de dois em dois anos.