Causas de ruptura de vasos linfáticos

  Quando a filariose causa inflamação dos vasos linfáticos e engrossa as paredes, os vasos linfáticos desde o tronco intestinal até ao ducto torácico são dilatados, as válvulas nos ductos fecham incompletamente, criando uma obstrução dinâmica e causando um bloqueio do fluido linfático, a pressão nos vasos linfáticos aumenta e a ruptura ocorre no ponto mais fraco. O local comum de ruptura é no fórnix da pélvis renal e pode resultar numa fístula pélvico-línquica.  Etiologia: A linfadenopatia de várias origens leva à obstrução mecânica ou dinâmica dos vasos linfáticos, o que aumenta a pressão nos vasos linfáticos proximais e rompe os vasos linfáticos sob a mucosa da pélvis renal, resultando numa fístula pélvico-linfática. Além da filariose, outros parasitas como vermes, Plasmodium, ancilóstomos e tricomonas também podem causar linfadenopatia e produzir doença celíaca.  Exame: Os vasos linfáticos urinários são mais frequentemente rompidos na pélvis renal (uma vez que os rins têm os vasos linfáticos mais fracos), seguidos pelos ureteres e por vezes pela bexiga e uretra posterior.  Se houver qualquer suspeita, é aconselhável fazer um exame de sangue, urina e ultra-som para esclarecer a situação e, se necessário, uma ressonância magnética ou imagem para esclarecer a situação.