Na prática clínica, os ECGs são frequentemente realizados em doentes com enfarte agudo do miocárdio de meia em meia hora ou a intervalos regulares, e a parede anterior do tórax é marcada com violeta de genciana ou outros corantes, para que os eléctrodos sejam colocados numa posição relativamente fixa de cada vez que o ECG é realizado. Isto porque no enfarte agudo do miocárdio, o médico tem de observar continuamente as alterações no ECG para determinar a altura e a largura das ondas QRS, as alterações nas ondas ST e T, e para determinar o processo de derivação do enfarte agudo do miocárdio, e uma ligeira alteração na posição dos eléctrodos para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita, também alterará a forma de onda do ECG registado. A posição dos eléctrodos deve ser relativamente fixa.