A sobrevivência dos doentes com enfarte do miocárdio após tratamento conservador varia de pessoa para pessoa e, em geral, os doentes têm uma taxa de mortalidade mais elevada aos 5 anos. O prognóstico dos doentes com enfarte do miocárdio está intimamente relacionado com a dimensão do enfarte, com o facto de a revascularização ser ou não efectuada atempadamente e com o facto de o tratamento médico normalizado ser ou não realizado ativamente. Se o enfarte do miocárdio for seguido de uma intervenção precoce e eficaz para abrir os vasos sanguíneos e se não houver danos estruturais graves no coração, o doente pode conseguir uma sobrevivência a longo prazo. Se o enfarte for grande, os doentes podem sobreviver após um tratamento conservador. Uma vez desenvolvida a insuficiência cardíaca, com manifestações como aperto no peito, falta de ar e insuficiência cardíaca, a taxa de sobrevivência a 5 anos do doente é a mesma que a de um tumor, podendo ser apenas de 30-40%. Por conseguinte, em caso de enfarte agudo do miocárdio, recomenda-se o tratamento de vascularização atempado e não se recomenda a escolha de um tratamento conservador, caso contrário, este afectará a qualidade de vida e o período de sobrevivência, ou afectará a esperança de vida. Para além disso, os doentes são aconselhados a ter cuidado com alimentos menos gordurosos e a evitar comer alimentos ricos em gordura, bem como aves de capoeira e miudezas de animais.