Os teratomas dividem-se em teratomas maduros (teratomas benignos) e teratomas imaturos (teratomas malignos), com predominância de teratomas benignos, mas a tendência para a malignidade aumenta com a idade. Na prática clínica, os sintomas clínicos e testes auxiliares podem ser utilizados para determinar se um teratoma é maligno. (1) dor e distensão abdominal; (2) massa abdominal pélvica; (3) sintomas sistémicos tais como emaciação, anemia e febre tumoral podem ocorrer na fase tardia da metástase. (1) Medição de marcadores tumorais: os marcadores tumorais CA125, CA199 e AFP são todos elevados a graus variáveis, sendo o AFP o mais óbvio; (2) Exame CT: o limite da massa é claro ou pouco claro, podendo encontrar-se no seu interior calcificação gorda e nodular, bem como sombra de densidade líquida; (3) Exame ultra-sónico: existe uma massa ecogénica mista, com uma massa ecogénica interna. (3) Ultra-sonografia: massas ecogénicas mistas com ecogenicidade interna desorganizada, algumas com forte ecogenicidade, pontos densos e bandas paralelas; (4) Exame histopatológico: estruturas histológicas imaturas de embriogénese, na sua maioria estruturas neurogénicas ou de tubo neural, frequentemente com patologia maligna mitótica indiferenciada e aumentada. Tratamento do teratoma maligno 1. Cirurgia: Recomenda-se aos pacientes sem requisitos de fertilidade que se submetam a uma cirurgia faseada abrangente. Para aqueles que são jovens e desejam preservar a sua função reprodutiva, a cirurgia para preservar a função reprodutiva é viável independentemente da fase inicial ou tardia. Os pacientes que são crianças ou raparigas adolescentes não podem ser submetidos a cirurgia de estadiamento em larga escala. 2. Quimioterapia: O regime de quimioterapia comummente utilizado é o BEP.