Os teratomas ovarianos são um grupo de tumores de origem germinal, a maioria dos quais são benignos, alguns podem tornar-se malignos, ou podem ser malignos desde o início. Os teratomas maduros são malignos e os teratomas maduros são benignos. Os teratomas contêm glândulas sebáceas, cabelo, osso ou dentes e são propensos à torção cística ovárica. Podem tornar-se malignos após a menopausa. A cirurgia é, portanto, necessária. O princípio da cirurgia consiste em remover o teratoma e preservar o ovário afectado. A abordagem cirúrgica pode ser aberta, laparoscópica ou vaginal. A cirurgia aberta pode ser muito invasiva e a cirurgia laparoscópica é frequentemente escolhida porque a paciente é uma mulher jovem, na sua maioria solteira ou infértil. Os problemas com a cirurgia laparoscópica são o elevado custo, na sua maioria cerca de $10.000 a $20.000, e complicações como a contaminação intra-abdominal se o teratoma romper durante a operação e aderências pós-operatórias causando dor abdominal. No caso de teratomas imaturos, isto pode levar a uma implantação abdominal. A cirurgia transvaginal é um procedimento realizado através de um orifício natural sem qualquer cicatriz. Contudo, requer um elevado nível de perícia por parte do cirurgião.