No passado, devido à limitação do nível da tecnologia médica e das condições económicas e muitos outros factores, as pessoas tinham medo de falar do fígado, e se fosse diagnosticado cancro do fígado, isso significaria a morte. Contudo, nos últimos anos, com a melhoria da tecnologia médica, do equipamento médico e do nível económico, a taxa de mortalidade dos doentes com cancro do fígado tem diminuído gradualmente. De acordo com estatísticas clínicas, para pequenos carcinomas hepatocelulares, ou seja, carcinoma hepatocelular com menos de 5cm de diâmetro, a taxa de sobrevivência de 5 anos pode atingir mais de 80% após ressecção cirúrgica e tratamento intervencionista pós-operatório. Actualmente, o equipamento de exame médico, como o B-ultrasom e a TC, pode detectar cancro do fígado com menos de 1cm. Portanto, para o cancro do fígado, se puder ser detectado cedo, diagnosticado cedo e tratado cedo, pode ser curado eficazmente sem o medo de morte.