As cápsulas de Roxitromicina são uma preparação oral de medicamentos antibacterianos. O perfil de segurança é bom e as reacções adversas graves são raras. Contudo, com a utilização generalizada da roxitromicina na prática clínica, o número de pacientes que sofrem reacções adversas está a aumentar e a apresentação é diversificada. As reacções adversas gastrointestinais devidas à roxitromicina são mais comuns, com uma incidência de 4,1%, e incluem geralmente náuseas (1,3%), dor abdominal (1,2%) e diarreia (0,8%). Além disso, o tratamento com roxitromicina pode resultar em reacções alérgicas de gravidade variável. A maioria destas reacções alérgicas são reacções cutâneas e mucosas tais como vermelhidão com ou sem prurido ou vermelhidão purpura e inchaço, mais raramente inchaço do rosto, língua ou garganta, bem como dispneia e mesmo a possibilidade de choque fatal. Há também efeitos no fígado e nos canais biliares, com alguns doentes a sofrerem perda de peso, dor epigástrica, febre, icterícia com ligeira hepatomegalia, e danos hepatocelulares com colestase após o uso de roxitromicina. A maioria dos pacientes recupera por si próprios dentro de algumas semanas após a paragem do medicamento. Também tem havido casos raros em que foram observados sinais de pancreatite durante ou após o tratamento com ácido rosmarínico. Estes sinais são reversíveis uma vez que o tratamento tenha sido interrompido. Entretanto, a droga deve ser descontinuada em caso de reacção grave.