A quantificação da metemoglobina é a medição do valor específico da metemoglobina, que, se elevada, indica frequentemente uma condição patológica no organismo. A alfa-fetoproteína é uma glicoproteína que está principalmente presente na circulação fetal, mas que é gradualmente substituída por albumina 2-3 meses após o nascimento, e a sua concentração diminui e desaparece. Nos adultos, níveis elevados de alfa-fetoproteína são geralmente causados por anomalias. Factores anormais são utilizados para rastrear a presença de cancro primário do fígado, para determinar o prognóstico do cancro do fígado, para monitorizar a eficácia do tratamento e como marcador tumoral para a recidiva tumoral. O cancro primário do fígado pode ser diagnosticado se o valor de sangue retirado for superior a 400ng/mL durante mais de um mês, combinado com ultra-sons, TAC ou ressonância magnética, o que revela a presença de lesões de ocupação no fígado. O cancro primário do fígado também pode ser diagnosticado se for superior a 200ng/mL e durar mais de dois meses. Alguns doentes com doenças hepatobiliares, tais como hepatite aguda, insuficiência hepática, e cirrose, podem também ter metemoglobina elevada. Precauções Para pacientes com valores ligeiramente elevados, a magnitude dos valores elevados deve ser acompanhada de perto para compreender as alterações precoces da doença de forma atempada. Por conseguinte, é necessária uma análise e julgamento exaustivos ao quantificar a AFP, e é necessária uma reavaliação regular dos valores de AFP para evitar o risco de sub-diagnóstico das lesões precoces.