Observações preliminares de CoflexTM no tratamento de dores lombares e nas pernas

Observação preliminar de CoflexTM no tratamento da dor lombar e das pernas Objectivo: É explorar inicialmente a eficácia clínica de CoflexTM no tratamento da dor lombar e das pernas através da aplicação clínica. DADOS E MÉTODOS: Tratámos 30 pacientes com estenose lombar e hérnia discal com CoflexTM desde Dezembro de 2007 e obtivemos um seguimento de mais de 3 meses em 22 casos. Destes, 12 casos eram do sexo masculino e 10 do feminino. Idade:. O diagnóstico clínico foi confirmado por sintomas e sinais, combinado com raios-X e ressonância magnética, incluindo 14 casos de estenose espinal e 8 casos de hérnia de disco. Os sintomas clínicos eram dores lombares baixas, claudicação intermitente e dor radiante nos membros inferiores. Houve três tipos de cirurgia: Coflex de um segmento em 18 casos, Coflex contínua de duplo segmento em 2 casos, e PLIF + Coflex de um segmento em 2 casos. As indicações para cirurgia incluíam: (1) estenose de segmento simples ou duplo do segmento lombar 3-5; (2) prolapso de disco de segmento simples com sintomas claros de dor lombar; (3) degeneração segmentar adjacente exigindo fusão; (4) presença de protrusão fisiológica da coluna lombar. Contra-indicações: (1) perda da protrusão fisiológica lombar ou retroflexão; (2) instabilidade segmentar definida; (3) deslizamento vertebral superior a II graus; (4) indivíduos com excesso de peso. RESULTADOS: Este grupo foi acompanhado durante 3-9 meses com uma média de 5,4 meses. Discussão: Coflex é uma nova técnica recentemente utilizada na prática clínica e as indicações clínicas ainda estão por elaborar, a implantação de Coflex pode desempenhar os seguintes papéis: (1) reduzir a extensão posterior dos segmentos lombares e aliviar a estenose espinal; (2) abrir adequadamente a fenda do processo espinhoso e reduzir eficazmente a carga na articulação sinovial; (3) aliviar a pressão na parte posterior do disco; (4) proporcionar alguma estabilização do espaço intervertebral, mantendo uma amplitude de movimento apropriada (3) alivia a pressão sobre o aspecto posterior do disco; e (4) tem um efeito estabilizador sobre o espaço intervertebral ao mesmo tempo que preserva o intervalo de movimento apropriado. A preservação do movimento é um novo conceito que aborda alguns dos inconvenientes da cirurgia de fusão e está mais de acordo com o estado fisiológico do corpo humano. No entanto, devido à sua curta história clínica e ao pequeno número de casos em que tem sido utilizado, a sua eficácia necessita de observação clínica adicional.