A rinite alérgica, também conhecida como rinite alérgica, é uma doença inflamatória crónica da mucosa nasal caracterizada pela libertação de mediadores IgE (principalmente histamina) e pelo envolvimento de uma variedade de células imunologicamente activas e citocinas após exposição a alergénios em indivíduos atópicos. A doença é frequentemente dividida em rinite alérgica perene e rinite alérgica sazonal, esta última também conhecida como “febre dos fenos”. Embora a rinite alérgica não seja uma doença grave, pode afectar a vida diária do doente, os estudos e a eficiência do trabalho, e pode causar uma pesada carga financeira. Pode levar à asma brônquica, sinusite, pólipos nasais, otite média, ou ocorrer em conjunto com a conjuntivite alérgica. Quais são então as causas patológicas da rinite alérgica? Sabe-se que a rinite alérgica está frequentemente associada à exposição a alergénios. A investigação demonstrou que a genética e o ambiente são também factores importantes na rinite alérgica. Os alergénios actuam sobre os indivíduos de três maneiras: (1) Inalação de alergénios: alergénios de interior, tais como ácaros, peles de animais ou alergénios derivados de plantas; alergénios de exterior, tais como pólen e fungos. (2) Alergénios ingeridos: Comumente encontrados no leite, ovos, carne, peixe, camarão e outros produtos do mar, e certos medicamentos. (3) Contacto directo com alergénios: tais como cosméticos, sabões, tintas e certas soluções tópicas. 2. factores genéticos As doenças alérgicas são um processo de desenvolvimento crónico e estão associadas à hereditariedade: de um ponto de vista clínico, os doentes com rinite alérgica são frequentemente acompanhados por uma história familiar significativa. Esta conclusão pode ser confirmada pelos dados dos inquéritos sobre linhas familiares e gémeos a partir dos anos 70. Além disso, este fenómeno genético é mais pronunciado em gémeos monofertilizados do que em gémeos bifertilizados, e as crianças com certos genes podem ser particularmente sensíveis. 3. factores ambientais: (1) Poluição atmosférica: a poluição do ar exterior provém principalmente dos veículos automóveis e dos componentes da poluição atmosférica, tais como ozono, óxidos de azoto e SO2. A poluição interior inclui principalmente formaldeído, tolueno, etc. (2) Factores infecciosos: A “hipótese de higiene”: ou seja, o aumento das doenças alérgicas é o resultado de uma diminuição das doenças infecciosas. A teoria baseia-se na ideia de que as infecções bacterianas ou a exposição aos produtos das bactérias estimulam a resposta das células T helper tipo 1 (Th1), gerando assim uma força de resposta que inibe o Th2 e alcança uma redução na incidência de doenças alérgicas e da asma. Além disso, foram relatadas infecções virais para produzir efeitos semelhantes. No entanto, a base científica e os mecanismos imunológicos exactos para estes pressupostos não foram totalmente substanciados.