Recomenda-se que a epilepsia seja tratada com medicina ocidental. A epilepsia não é uma doença, mas um grupo de medicamentos clinicamente integrados, e de acordo com a investigação actual, os medicamentos que podem controlar eficazmente a epilepsia são todos medicamentos ocidentais. Os medicamentos anti-epilépticos seguem o princípio da individualização, de acordo com os sintomas clínicos do paciente, o tipo de apresentação e a forma das convulsões, para determinar quais os medicamentos a utilizar, e depois ajustar a dose dos medicamentos de acordo com o efeito terapêutico, e para esclarecer se é necessária uma combinação de medicamentos. Na terapia com fármacos ocidentais, os fármacos anti-epilépticos de largo espectro normalmente utilizados são o valproato de sódio, carbamazepina e fenitoína de sódio, e os fármacos de segunda linha são a lamotrigina e o levetiracetam. Todos os medicamentos anti-epilépticos requerem regulação precisa da dose e monitorização das concentrações de sangue para os manter na gama eficaz para um melhor controlo das convulsões. A medicina chinesa não tem uma concentração sanguínea clara, e a composição do medicamento anti-epiléptico não é completamente clara, e o efeito terapêutico não é exacto.